Um crime hediondo chocou o Distrito Federal. Isabela Dourado de Oliveira, de apenas 4 anos, foi brutalmente assassinada, e o principal suspeito é seu padrasto, Igor Fernandes Pereira Ayres, de 22 anos. O relatório preliminar do Instituto Médico Legal (IML) apontou grave lesão abdominal na criança e vestígios de atos libidinosos.
O padrasto, preso no dia do crime, tentou justificar as lesões alegando que ocorreram durante manobras de primeiros socorros, mas a avaliação médica descartou completamente essa possibilidade. Vizinhos do apartamento em Taguatinga Sul, onde a família morava, relataram à polícia que ouviam a menina gritar e chorar frequentemente quando estava sozinha com Igor.
A menina sofreu uma parada cardíaca após a suposta violência sexual e não resistiu. A Polícia Militar do DF e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados, mas ao chegarem ao local, constataram o óbito. Durante o atendimento, os médicos relataram sinais de abuso e violência sexual na criança.
A mãe da menina disse à Polícia Civil do DF que saiu para trabalhar e deixou a filha com Igor. Ela recebeu uma ligação do namorado, por volta das 8h54, alegando que a menina havia convulsionado e não reagia.
Após investigações e depoimentos de testemunhas, Igor foi preso e encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul), onde responderá pelo crime de estupro de vulnerável com resultado de morte.
